ATIVIDADE ART
Teatroàparte
Grupo de teatro da ART com ensaio semanal e trabalho continuado sobre interpretação e presença em palco.
Público alvo
Moradores de Telheiras e pessoas com alguma ligação ao bairro
HORÁRIO
Segunda-feira, 21h15–23h15
LOCAL
Centro
Comunitário
PRODUÇÃO EXECUTIVA
Mariana Sousa
ENCENADOR
Eurico Lopes
Sobre a atividade
Criação, expressão artística e palco
Criação, expressão artística e palco.
O teatroàparte, Grupo de Teatro da ART, inicialmente com o nome de Teatro dell’ART e depois Pó de Palco, nasceu em novembro de 1997 e tem vindo, desde então, a afirmar-se como um espaço de criação, expressão artística e convívio comunitário.
Atualmente, o grupo integra cerca de 20 atores e é dirigido por Eurico Lopes. Os ensaios realizam-se às segundas-feiras, às 21h15, no Centro Comunitário de Telheiras.
Três eixos
01
Corpo
02
Voz
03
Cena
Os nossos trabalhos prolongam-se de setembro a maio do ano seguinte e novas admissões estão sujeitas à disponibilidade, já que o grupo não suporta mais de 20 elementos.
Atores 2026:
Ana Maria Costa, Ana Vanessa Ferreira, André Rodrigues, Artur Bastos Lourenço, Beatriz Jorge, Catarina Ribeiro, Daniela Schobert, Diogo Alarcão, Fátima Gonçalves, Filipe Batista da Silva, Ilda Novo, José Martins, Leonilde Timóteo, Leonor Costa, Leonor Rabaça Marques, Luiza Henriques, Margarida Mendes, Mariana Carvalho, Mariana Sousa, Raúl Veloso
“Rindo se castigam os costumes”
Gil Vicente
Para mais informações contacte-nos por email.
Historial do Teatroàparte
Historial atualizado até 2026
Historial teatroàparte
“Rindo se castigam os costumes”
Gil Vicente
O teatroàparte, Grupo de Teatro da ART (inicialmente com o nome de Teatro dell'ART, e depois Pó de Palco), nasceu em novembro de 1997 e iniciou a sua atividade como um workshop, dirigido por Susana Graça Oliveira, que combinava expressão dramática com técnicas de voz e expressão corporal.
O trabalho do grupo desenvolveu-se de tal forma que, em maio de 1998 e ainda sob a mesma direção, o grupo apresentou a primeira peça, "Encontros e Encontrões". Uma compilação de textos de diversos autores (portugueses, estrangeiros e originais) que esteve em cena durante dois dias e com o feito de lotação esgotada. Teve lugar no antigo Lagar/Adega da Quinta de São Vicente em Telheiras.
Entre o final de dezembro do mesmo ano e início de 1999, já com o nome Pó de Palco, e ainda sob a direção de Susana Oliveira, apresenta a segunda peça com o nome "D. Ferrabraz de Alexandrina", um texto de rádio todo em verso.
Também em Janeiro de 1999, o ator Fernando Ascensão (mimo da TMN) assume o cargo de encenador enquanto Susana Oliveira toma conta da produção. O novo encenador veio trazer uma dinâmica agradável e descontraída proporcionando uma evolução importante para o crescimento do grupo. Em maio do mesmo ano, e com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e do Instituto Português da Juventude, Pó de Palco apresenta o espetáculo "Deus", baseado na obra de Woody Allen.
Paralelamente ao grupo de teatro foram organizados dois workshops, um de Caracterização e outro de Teatro de Rua.
Em 1999/2000, a encenação e formação do grupo ficaram a cargo de Rui Catarino, ligado ao Teatro Universitário, tanto na vertente interpretativa como nas áreas técnicas e de produção.
Já com algumas incursões pelo teatro profissional e, seguindo uma carreira a ele ligado, Rui Catarino surge como uma boa aposta para o grupo. Os seus conceitos de encenação inovadores e o seu know how em termos técnicos revelaram-se uma mais-valia. Atualmente Rui Catarino é Presidente da Administração do Teatro Nacional D. Maria II
"Crimes Exemplares" foi o quarto espetáculo produzido pelo grupo. A obra de Max Aub relata uma série de crimes praticados por razões aparentemente banais fazendo com que a sua adaptação se tornasse num misto de cómico e trágico.
O espetáculo foi apresentado na sala de teatro do Clube de Portugal Telecom no Lumiar e esteve em cena nos dias 6, 7 e 10 de maio de peça foi integrada no FESTa, Festival de Teatro Amador, promovido pela Junta de Freguesia do Lumiar. Esta foi a primeira vez que o grupo representou numa sala de teatro.
Uma vez mais, contou com lotação esgotada em todos os dias.
Em 2000/2001 o grupo recebe uma nova cara. Desta vez, a encenação do grupo é entregue a Pedro Carmo, aluno da Escola Superior de Teatro e Cinema e ator profissional. Apologista do método sensorial, trouxe consigo as mais modernas técnicas de representação, ajudando os atores a alcançarem a autenticidade em palco através da instalação de memórias, vivências e sentimentos recalcados.
Sobe a palco uma nova peça -"Uma Coisa em Forma de Assim" - no auditório da Portugal Telecom no Lumiar e, uma vez mais, integrado no FesTA II. A procura foi tanta que o auditório não conseguiu suportar todos os interessados nos dois dias de apresentação.
Já em 2001/2002, e ainda sob o comando de Pedro Carmo, o grupo acolhe novos elementos. Em conjunto, lançam a peça "Preciosas Ridículas", de Molière, apresentada no FesTA III 2002. Contou com 600 pessoas nas 6 edições.
No ano seguinte, Pedro Carmo mantém-se no comando do grupo e entram novos elementos. É apresentada a peça "A lição", de Eugène Ionesco, e "D. Ferrabraz de Alexandria" (uma nova interpretação da peça já realizada em 98/99).
A época de 2003/2004 ficou marcada como um ponto de viragem. Ainda sob a direção de Pedro Carmo, o grupo muda o seu nome para "teatroàparte", cria e lança a sua página web e inicia os processos administrativos para registar o grupo no INPIC. Mantendo o formato amador, o grupo aposta agora numa nova imagem.
Nessa época levou a cena a peça "Ninguém está no seu lugar" inspirada na obra "Edmond" de David Mamet. A peça esteve em palco durante seis sessões no Auditório da Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro, vista por mais de 700 pessoas.
No fim de época, e com um elenco reduzido, preparou e apresentou no Auditório Fernando Pessa (Espaço Municipal da Flamenga) a peça "tu pr'aqui, tu pr'ali", uma peça infantil baseada na obra para marionetas"Óscar", de João Paulo Seara Cardoso.
Em 2004, Jorge Parente substitui Pedro Carmo e a primeira peça apresentada em Maio de 2005 foi “Cyrano-Fragmentos”, com o Auditório da BMOR esgotado em todas as sessões. O clássico “Sonho de uma noite de Verão”, de Shakespeare, foi a peça levada a cena em Maio de 2006, numa versão jovem e muito divertida. Ainda com Jorge Parente, em Novembro de 2006, foi apresentada a peça “Um por um para dois”, baseada na obra “Talem” de Sergei Belbel. Em Maio de 2007, Jorge Parente apresentou a peça “A Casa de Lorca”, a partir de poemas e d’A Casa de Bernarda Alba”, de Lorca.
O ano de 2008 iniciou-se com a saída de Jorge Parente e com a entrada do encenador Gonçalo Amorim. O grupo passou por momentos de adaptação e descoberta levando ao adiamento da habitual peça em maio para o último trimestre do ano.
Em novembro de 2008 o grupo leva a peça "Casas" ao Auditório da Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro, baseada na obra homónima de Miguel Castro Caldas. Foram apresentadas nove sessões com uma assistência de 1000 pessoas.
Em maio de 2009 o teatro apresenta uma criação coletiva, "Guarda-Sol Amarelo", sob dramaturgia de Ana Ribeiro. 7 sessões com cerca de 900 espetadores. A 22 de maio de 2009 foi integrada no Mostra.
Em julho do mesmo ano, a peça "Guarda-Sol Amarelo" é apresentada juntamente com a maquete do bairro de Telheiras construída pelos elementos do grupo. A mesma está agora integrada no Espólio do Museu da Cidade em Lisboa.
Após a apresentação da peça "Guarda-Sol Amarelo", o encenador Gonçalo Amorim despede-se do grupo e dá por terminado o seu percurso no teatroàparte.
Para o lugar de encenador entra Bruno Bravo, lançando, em maio, o espetáculo: "Apesar de tudo é uma música".
Entre 2010 e 2011, o grupo foi dirigido por dois encenadores. Inicialmente, ficou a cargo do encenador Bruno Bravo, que ao mesmo tempo era responsável pela dramaturgia, mas foi Sandra Faleiro quem lhe deu continuidade e orientou o grupo na peça seguinte, "Esta noite improvisa-se", de Luigi Pirandello, no Auditório da Biblioteca Orlando Ribeiro.
A encenadora permanece no grupo até 2011/2012 tendo levado mais uma peça a cena. Desta vez, o título é "A Ópera de três Vinténs", de Bertolt Brecht. Mais um grande desafio ultrapassado pelo grupo, desta vez em tom de musical. A peça teve o apoio de músicos e um coreógrafo profissional. Foi vista por mais de 1000 pessoas.
Sandra Faleiro termina a sua temporada no teatroàparte com mais uma encenação. "A Fanfarra", de Karl Valentim, foi o tema desta sua última peça.
Em 2013 o grupo recebe mais uma encenadora. Maila Dimas é agora a orientadora de mais um projeto e mais uma peça. "Terrorismo", dos irmãos Presniakov, foi a estreia da nova encenadora no teatroàparte.
Este ano de 2013 fica marcado por um acontecimento funesto que atinge dolorosamente todo o grupo. José Miguel Mendes Lopes morre prematura e repentinamente em 12 de agosto. Um dos fundadores do teatroàparte é, acima de tudo, recordado por todos os que com ele privaram como um elemento dedicado, um ser humano raro, um homem BOM. Por isso é com toda a justiça e legítimo orgulho que a sala de espetáculos tem inscrito o seu nome.
Na temporada de 2014/2015, a encenadora lança em maio uma peça intitulada de "A Verdadeira Vida", uma obra baseada na Banda Desenhada "A Corrida do Rato", de Gérard Lauzier.
Na temporada de 2015/2016 e, com novos elementos, o teatroàparte leva a palco "Passarox", uma obra de Jorge Castro Guedes, apresentada em maio de 2016, no Auditório da Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro.
Sob o comando de Maila Dimas, o grupo apresenta, em Maio de 2016, mais uma peça. Desta vez com "A Pergunta", uma criação coletiva baseada na obra de Agatha Christie, "Why didn’t they ask Evans".
Em Novembro de 2017 o teatroàparte inicia as celebrações dos seus 20 anos, com um fim de semana de curtas que juntou antigos encenadores e atores. Cerca de 20 atores e os encenadores Susana Graça, Fernando Ascensão, Jorge Parente, Gonçalo Amorim e Maila Dimas apresentaram uma dúzia de curtas em três apresentações de casa cheia.
Para o habitual espetáculo de maio, à encenadora juntou-se o Fernando Ascensão e ambos encenaram a peça “Dias da Rádio”, uma criação coletiva baseada no filme “Radio Days”, de Woody Allen. O projeto seguinte contou apenas com o Fernando na encenação e foi uma criação coletiva a partir do zero. Pegando em memórias próprias ou imaginadas, construiu-se uma peça que homenageia a experiência de vida e repositório de memórias dos elementos mais velhos do grupo.
Em Setembro de 2019 o grupo promoveu quatro Workshops com temas ligados ao teatro, a saber: “Formação de atores/iniciação”, por Ricardo Santos; “Teatro das Emoções”, com Paula Luiz; “Introdução à Técnica da Máscara”, por Filipe Crawford; e “Voz e Comunicação”, com Luís Moreira.
Em Janeiro de 2020, com encenação de Fernando Ascenção, o grupo começou a trabalhar numa adaptação livre do conto “Sem Testemunhas” de Frederick Forsythe. Este projeto foi, no entanto, abandonado devido à pandemia e à impossibilidade de preparar o espetáculo de maio.
Em 2021, com menos sessões, foi apresentada a peça “Alice”, uma adaptação livre da obra de Lewis Carroll, “Alice no país das Maravilhas”.
Em setembro de 2021 o teatroàparte acolheu um novo encenador, Eurico Lopes, nome sobejamente conhecido do teatro e televisão, e em Dezembro apresentámos uma leitura encenada de um conto de Natal aos utentes do Centro Comunitário de Telheiras, aberto à comunidade. Em Maio de 2022, apresentámos a peça “É proibido suicidar-se na Primavera”, de Alejandro Casona, com sete sessões quase esgotadas.
Ainda neste ano de 2022 iniciou-se a comemoração dos 25 anos do teatroàparte com uma Mostra de teatro amador que trouxe a Telheiras 8 grupos de teatro amador da Grande Lisboa com sessões entre outubro de 2022 e maio de 2023. Para encerrar esta Mostra, em jeito de homenagem a José Saramago e ainda sob a batuta de Eurico Lopes, foi decidido levar a cena uma adaptação do romance “Ensaio sobre a cegueira”, que mereceu o carinho do público, também com sete sessões quase sempre de casa cheia.
A Saramago seguiu-se Mário Henrique Leiria com “O amor foi-nos dado muito antes de termos nascido” uma adaptação livre de textos do autor levado a cena em maio de 2024.
Em maio de 2025 foi a vez de “O Inspetor Geral” de Nicolai Gogol se apresentar em Telheiras em oito sessões de casa cheia.
Lista das peças levadas a cena pelo teatroàparte
-
1998
Encontros e encontrões (recolha de textos vários e criação coletiva) - Enc. Susana Graça Oliveira, maio de 1998 -
1999
D. Ferrabraz de Alexandria (texto radiofónico) - Enc. Susana Graça Oliveira, janeiro de 1999 -
1999
Deus (Woody Alen) - Enc. Fernando Ascensão, maio de 1999 -
2000
Crimes exemplares (Max Aube) - Enc. Rui Catarino, maio de 2000 -
2001
Uma coisa em forma de assim (recolha de textos vários e criação coletiva) - Enc. Pedro Carmo, maio de 2001 -
2002
As preciosas ridículas (Molière) - Enc. Pedro Carmo, maio de 2002 -
2003
A lição (E Ionesco) e D. Ferrabraz de Alexandria – Enc. Pedro Carmo, maio de 2003 -
2004
Ninguém está no seu lugar (segundo “Edmond” de David Mamet) - Enc. Pedro Carmo, maio de 2004 -
2004/2005
Tu pr’áqui..., tu pr’áli... (segundo “Óscar” de João P Seara Cardoso) - Enc. Pedro Carmo, 07/2004 e 04/2005 -
2005
Cyrano – fragmentos (Edmont Rostand) - Enc. Jorge Parente, maio de 2005 -
2006
Sonho de uma noite de verão (W Shakespeare) - Enc. Jorge Parente, maio de 2006 -
2006
Um por um para dois (segundo “Talem – leito conjugal” de Sergi Belbel) - Enc. Jorge Parente, dezembro 2006 -
2007
A casa de Lorca (a partir de obras de Federico Garcia Lorca) - Enc. Jorge Parente, maio de 2007 -
2008
Casas (Miguel Castro Caldas) - Enc. Gonçalo Amorim, novembro 2008 -
2009
Guarda-Sol Amarelo (criação coletiva) - Enc. Gonçalo Amorim, maio de 2009 -
2010
Apesar de tudo é uma música (a partir de obras de Jacques Prévert) - Enc. Bruno Bravo, maio de 2010 -
2011
Esta noite improvisa-se (Luigi Pirandello) -En. Bruno Bravo e Sandra Faleiro, maio de 2011 -
2012
Ópera de três vinténs (Bertolt Brecht & Kurt Weill) -Enc. Sandra Faleiro, maio de 2012 -
2013
A Fanfarra (Karl Valentin) – Enc. Sandra Faleiro, maio de 2013 -
2014
Terrorismo (Irmãos Presniakov) – Enc. Maila Dimas, maio 2014 -
2015
A Verdadeira Vida (Adaptação de Jorge Soares, da BD “A corrida do Rato” de Gérard Lauzier), Enc. Maila Dimas, maio 2015 -
2016
Passarox (Jorge Castro Guedes), Enc. Maila Dimas, Maio 2016 -
2017
A Pergunta (criação coletiva baseada na obra de Agatha Cristie “Ask Evans”), Enc. Maila Dimas, Maio 2017 -
2017
Fim de semana de curtas, Enc. Fernando Ascensão, Gonçalo Amorim, Jorge Parente, Maila Dimas, Susana Graça, Nov. 2017 -
2018
Dias da Rádio (criação coletiva baseada em “Rádio days” de Woody Allen), Enc. Maila Dimas e Fernando Ascensão, Maio 2018 -
2019
Vidas (criação coletiva), Enc. Fernando Ascensão, Maio 2019 -
2021
Alice, adaptação livre, Enc. Fernando Ascensão, Junho 2021 -
2022
É proibido suicidar-se na Primavera, de Alejandro Casona, enc. Eurico Lopes, Maio 2022 -
2022/2023
Mostraàparte entre Outubro de 2022 e maio de 2023, com 8 grupos de teatro amador -
2023
Um ensaio sobre a cegueira, adaptação do romance homónimo de José Saramago, enc. Eurico Lopes, maio 2023 -
2024
O amor foi-nos dado muito antes de termos nascido adaptação de vários textos de Mário Henrique Leiria, enc. Eurico Lopes, maio 2024 -
2025
O Inspetor Geral de Nicolai Gogol, enc. Eurico Lopes, maio de 2025 -
2026
Os Figurantes de Sinisterra, enc. Eurico Lopes, maio de 2026
PRODUÇÃO EXECUTIVA
Mariana Sousa
É fundadora do grupo de Teatro da ART, onde tem vindo desde a sua criação, a contribuir ativamente para a conceção, preparação e produção dos espetáculos anuais, os quais são essencais na dinamização da atividade cultural da associação.
SOBRE O ENCENADOR
Eurico Lopes
Licenciado em Arquitetura, o ator de televisão, cinema e teatro, conta no seu currículo internacional a passagem pelo Théâtre du Soleil, em Paris e pelo Teatro Olimpico de Vicenza.
Membro fundador da companhia de teatro Meia Preta, foi neste grupo que registou um dos seus primeiros trabalhos no teatro em 1989 com Assalto de Máscaras.
Televisão: 1992 - O Quadro Roubado, 1994 - O Rosto da Europa, 1995 - Primeiro Amor, 1998 - Terra Mã / Cinema: 2007 - Corrupção, 2008 - Amália - O Filme / Teatro: 1989 - Assalto de Máscaras, 2000 - A Real Caçada ao Sol - Teatro Nacional D. Maria II, 2000 - Uma Maçã no Escuro - Teatro da Trindade

















